Quer criar site profissional em 24h? Fazer site a partir de templates prontos, em HTML e CSS, com um web design gráfico elegante e atraente é com o Be on the Net. Já vem com hospedagem gratis, embora não se trate de um site gratis. Também não é um site em Flash. É melhor! Montar site com otimização embutida nunca foi tão fácil. Mesmo no caso de desenvolvimento de um novo template HTML. Tenha uma ótima divulgação na internet fazendo seu website conosco! Desenvolver site com um design lindão nunca foi tão fácil.


Blog Be on the Net

O que está acontecendo com o Be on the Net?

Se você nos acompanha ou é nosso cliente, deve ter notado que andamos quietos. E já não se notam mudanças no Be on the Net há algum tempo. Quer saber a razão?

Estamos arrumando a casa para introduzir diversas novidades. A maior parte do que estamos fazendo não é visível de fora. Mas, para entender o que está em andamento e como isso irá te afetar, se você for nosso cliente, preciso te contar algumas coisas.

O desafio de criar um produto

Criamos o Be on the Net em 2008 seguindo essa lógica: escreveríamos um software que fizesse o mínimo necessário para permitir a criação de sites, que fossem particularmente bons para apresentar fotos e vídeos. Mas, por que o mínimo?

Escrever software é difícil, complexo e arriscado. Montar um negócio baseado em software e torná-lo lucrativo é ainda mais desafiador. É preciso empregar uma boa estratégia para que funcione.

Escrever software é arriscado porque, uma vez pronto, pode ser que pouca gente goste e, portanto, pague por ele. E dado que fazer software é caro, corre-se o risco de investir muito dinheiro e ele ser jogado no lixo, porque ninguém quer usá-lo. Isso acontece o tempo todo.

Pensando nisso, nossa estratégia foi justamente investir o mínimo possível para fazer um software que pudesse ser útil e atrativo. Daí colocaríamos no mercado e, se desse certo, continuaríamos investindo nele. Senão, iríamos deixá-lo de lado e tentaríamos outra coisa.

É um jogo complicado. Se você investe na criação de algo muito abrangente, corre o risco de perder dinheiro se ninguém quiser usá-lo. Por outro lado, se o software faz muito pouco, corre o risco de ninguém usar, porque o software não faz o mínimo necessário. Portanto, é preciso encontrar um equilíbrio. E isso é incrivelmente difícil.

Felizmente nós acertamos. Escrevemos o menor software possível, que pudesse atender aos clientes e muita gente adotou o Be on the Net. Até muito mais do que esperávamos.

Como fizemos para escrever o menor software possível? Automatizamos o que necessitava de atualização frequente e deixamos que o resto fosse feito de forma manual.

Fotos e vídeos são atualizados com frequência. Então, escrevemos o software necessário para que os próprios clientes façam a atualização, sem depender de nossa ajuda. Por outro lado, textos mudam pouco nos sites. Então, não implementamos software para que os clientes pudessem fazer essa atualização diretamente. Nós fazemos isso manualmente quando eles nos pedem.

Fazemos muitas coisas manualmente, de propósito. Porque, no início, não fazia sentido escrever software para automatizar tudo se não tínhamos certeza se o Be on the Net vingaria ou não. Essa estratégia nos poupou muito esforço de desenvolvimento naquela época e nos permitiu lançar o Be on the Net rapidamente.

Crescimento do Be on the Net

O Be on the Net foi lançado e nós passamos boa parte do ano de 2009 fazendo ajustes e automatizando partes mais urgentes do negócio. Além disso, trabalhamos duro para recepcionar todos os clientes e orientá-los.

É preciso lembrar que boa parte do que fazemos nos bastidores é manual e somos apenas duas pessoas cuidando de tudo: eu (Vinícius) e o Leandro. Se já é desafiador cuidar de um monte de clientes com uma equipe grande, imagina com apenas duas pessoas.

Com o tempo o software se estabilizou e hoje é extremamente sólido. Os sites funcionam sem qualquer tipo de problema, praticamente o tempo todo.

Uma vez que as coisas se estabilizaram, começamos a fazer sucessivos investimentos para automatizar o que havíamos deixado para ser feito manualmente. Portanto, investimos na criação de mais software que pudesse nos ajudar a reduzir o volume de trabalho manual. E estamos fazendo isso até o dia de hoje.

Mudanças pessoais

Em 2010 nós começamos algumas mudanças pessoais que, naturalmente, tiveram seus efeitos no negócio. Até então, eu e o Leandro trabalhávamos juntos, um ao lado do outro. Mas, a partir do final de 2010 o Leandro passou a trabalhar em sua própria casa e eu deixei o Brasil, junto com a Pati (Patricia Figueira), minha esposa. Passamos a viver em diferentes partes do mundo porque estávamos insatisfeitos com a vida que levávamos em Niterói e queríamos conhecer melhor o mundo.

Claro que tanto eu, quanto o Leandro, sabíamos que isso precisava ser compatibilizado com o trabalho que estávamos fazendo no Be on the Net, que naquela época era nossa prioridade e continua sendo até hoje. Então, nos planejamos, nos preparamos e nos organizamos para que essa mudança no esquema de trabalho não afetasse nossos clientes. Isso funcionou.

Nós passamos a trabalhar remotamente e tudo continuou em ordem. Nós mantivemos todos os sites funcionando, continuamos acolhendo novos clientes e investimos em mais melhorias internas para reduzir o volume de trabalho manual.

Vida nômade

Ao sair do Brasil, há quase três anos, eu e a Pati, passamos a viver como nômades. O que isso significa?

Ao contrário da maioria das pessoas, nós não temos casa fixa, nem no Brasil, nem em qualquer lugar do mundo. Viajamos com frequência e passamos alguns meses em diferentes lugares do mundo. E onde a gente estiver a gente aluga um apartamento temporário que passa a ser a nossa casa pelo período em que estivermos ali.

Nós não viajamos para fazer turismo ou passear. Viajamos para viver a vida em outros lugares e ter noção de como as coisas são e funcionam em cada parte do mundo. É um processo de aprendizado. Quando estamos em uma cidade, onde quer que seja, nossa rotina é a mesma que já tínhamos no Brasil.

Trabalhamos a maior parte do dia durante a semana e fazemos algum programa diferente no fim-de-semana. Mas, como estamos sempre conhecendo novos lugares, as coisas simples do dia-a-dia se transformam em “pequenas aventuras”.

Ir almoçar nos faz conhecer as comidas do lugar, no supermercado as coisas são “estranhas”, o sistema de transporte é diferente, as pessoas são diferentes, a língua é diferente, o dinheiro, a moda e tudo mais. Mesmo sem fazer turismo, somos expostos a vários coisas novas.

Ainda assim a gente trabalha e faz tudo normalmente, exatamente como já fazíamos no Brasil. Só que até melhor. Porque passamos a ter novas experiências, novas perspectivas, novos pontos de vista. Isso nos transforma e, acredite, melhora nosso trabalho.

E, se você estiver se perguntando de onde a gente tira dinheiro para viajar, a resposta é tão simples, quanto surpreendente. Como a gente não tem mais casa fixa, a gente também não tem conta fixa. Então, o que a gente deixou de gastar com as contas fixas no Brasil é o que a gente usa para pagar as viagens.

Não gastamos mais por estar viajando. Inclusive frequentemente gastamos menos, porque o Brasil é atualmente um dos lugares mais caros do mundo, especialmente cidades como Niterói, Rio, São Paulo e Brasília.

Nos primeiros meses, lá pelo início de 2011, tudo era novo. Então, tentávamos tirar um pouco de tempo para “turistar”. Além disso, éramos inexperientes e gastávamos mais tempo para fazer as coisas, porque ainda não sabíamos navegar pelo mundo. E, para piorar, mudávamos de lugar com mais frequência, porque tínhamos a ansiedade natural de quem está começando a viajar pelo mundo e quer ver tudo de uma vez só.

Você deve estar imaginando que isso reduziu nosso ritmo de trabalho ou fez com que produzíssemos menos. No início isso realmente aconteceu e peço desculpas aos clientes por isso. Nesses primeiros meses, em que tudo era novidade, foi difícil manter a cabeça no lugar e me concentrar no trabalho. Eu conseguia dar um jeito, mas meu tempo também era dividido com o planejamento das viagens e vários outros assuntos. Se por um lado isso foi ruim naquele primeiro momento, por outro, me transformou para melhor. E os resultados se fazem sentir na atualidade.

Organização

Viver como nômade é extremamente interessante e gratificante. A tal ponto que não sei se um dia poderíamos voltar a ter uma vida “normal” e viver em uma casa fixa. Por outro lado, é um modelo de vida exigente. É como viver no limite de suas capacidades. E fica claro que, se você não fizer o dever de casa, as coisas vão dar errado rapidamente.

Não dá para descansar e deixar os problemas de lado para resolver amanhã. Tudo tem que ser enfrentado logo e de forma honesta. É uma vida ativa, que demanda, acima de tudo, organização, disciplina, planejamento e atitude. Nós percebemos isso rapidinho. Com o tempo fomos nos transformando para agir de acordo.

No início passávamos poucos dias em cada lugar e logo depois íamos para outra cidade. Só que quando você chega em um lugar novo, é preciso alguns dias para se adaptar e estabelecer uma rotina. Então, se você pula demais de um lugar para outro, necessariamente gasta mais tempo em adaptações. Isso prejudica o trabalho.

Levando isso em conta, nós fomos mudando nosso ritmo de viagem e hoje alcançamos o que acreditamos ser o ritmo ideal, que deveremos manter daqui por diante. Essencialmente, ficamos pelo menos dois meses em um lugar. Se for possível três ou quatro, melhor ainda. Dessa forma, a gente consegue chegar, se adaptar, estabelecer uma rotina e ficar um bom tempo trabalhando sem passar por novas adaptações.

Nesse ano de 2013, por exemplo, nós ficamos dois meses em Istambul, na Turquia, depois três meses em Buenos Aires, na Argentina e agora ficaremos um total de quatro meses no Rio. Aliás, nós saímos do Brasil no final de 2010, mas voltamos ao Rio por quatro meses a cada ano, porque é a época em que a Pati fotografa casamentos por aqui. E nós aproveitamos esse período para colocar nossa vida em ordem no Brasil, sobretudo no que diz respeito a burocracias e coisas chatas em geral.

Distrações

O mundo em que vivemos hoje é poluído por um grande número de distrações. Tem as digitais, como Facebook, Twitter, YouTube, WhatsApp, emails e a própria TV. E tem as físicas como trânsito, reuniões, eventos sociais e chatices burocráticas.

Todo mundo tem um monte de coisas chatas para resolver. Nós também. Só que decidimos eliminá-las de forma implacável. Há três anos trabalhamos duro para remover ou resolver todo tipo de questão burocrática.

Primeiro fizemos isso eliminando quase todas as nossas posses. Sim, porque aquilo que você possui, te possui. Quer um exemplo? Se você tem um carro, necessariamente tem que lidar com atividades tais como pagar IPVA todo ano, renovar o seguro, abastecer e levar ao mecânico.

Se você tem um telefone com conta, eventualmente tem que ligar para reclamar da conta que veio errada. Se você tem um ar condicionado, ele quebra e o verão está chegando, tem que gastar tempo consertando. E por aí vai. Tudo gasta algum tempo e demanda algum esforço.

Nós eliminamos tudo isso. Não temos casa, nem carro, nem aparelhos, nem contas fixas, nem relacionamento com grandes empresas em geral. Temos apenas o estritamente necessário para exercer nosso trabalho. Portanto, algumas mudas de roupa, nossos notebooks e as câmeras que a Pati usa para fotografar os casamentos.

Tivemos que agir ativamente ao longo dos anos para eliminar todas essas coisas que, em grande parte, nos distraem e agregam pouco valor. Foi um processo trabalhoso, mas libertador. Liberou nosso tempo para coisas mais importantes.

Viajando pelo mundo, pudemos perceber o quanto nós, brasileiros, usamos mal o tempo. Nos deixamos distrair por falta de organização e porque achamos que não podemos negar nada. Assumimos todo tipo de compromisso desnecessário, só para ficar bem com todo mundo. Mas, não ficamos bem com nós mesmos. Porque não temos cuidado com nosso próprio tempo.

Felizmente eu e a Pati aprendemos muito e nos tornamos profundamente atentos à forma como empregamos nosso tempo. Damos muito valor a ele e por isso somos muito mais organizados. Além disso, somos mais seletivos com os compromissos que iremos assumir, incluindo os compromissos sociais.

Aprendemos a gastar pouco tempo em redes sociais, sites de notícias e, acima de tudo, nunca perdemos um único segundo do nosso dia assistindo TV. Temos uma rotina bem definida. Acordamos cedo e trabalhamos com muita concentração a manhã inteira. Eu programando, a Pati tratando fotos ou montando álbuns. À tarde continuamos nesse trabalho e eventualmente respondemos emails e afins. Comemos de forma saudável e malhamos para manter o corpo condicionado e a mente em paz.

Nos tornamos focados em produzir, fazer bem o nosso trabalho e fazer isso de modo produtivo, onde quer que estejamos. E, quando queremos e podemos, participamos de compromissos sociais que escolhemos cuidadosamente.

Parece chato. Mas, não é. Acredite, pouca coisa gera tanta satisfação quanto a oportunidade de dedicar-se a um trabalho que a gente ama e fazê-lo bem feito.

Pendências no Be on the Net

No meio dessas viagens, eu e a Pati percebemos uma coisa sobre nossos respectivos trabalhos. Precisávamos eliminar as pendências. Ou seja, entregar tudo que estava atrasado, organizar o que estivesse bagunçado e focar em criar uma estrutura adequada para o crescimento. Tudo isso antes de iniciar novos projetos ou expandir o que já vínhamos fazendo.

No caso do Be on the Net, isso me levou a executar uma série de ações, começando pela base. O Be on the Net roda em um conjunto de servidores e eu trabalho com um notebook. Então, a minha primeira preocupação era em relação aos servidores e ao notebook.

Tanto os servidores, quanto o notebook funcionam normalmente. Mas, e se acontecer alguma coisa? E se o servidor parar de funcionar? E se o notebook quebrar ou for levado? Como ficam as coisas?

Garantir que os servidores estejam sempre funcionando é a coisa mais básica que precisamos ter em mente. Além disso, é preciso garantir que eu consiga voltar a trabalhar rapidamente mesmo que alguma coisa aconteça com meu notebook. Como resolver essa questão? Automação e virtualização.

No que diz respeito aos servidores, automatizei a instalação e configuração de todos os aspectos de nossos servidores. Dessa forma, se alguma coisa acontecer com eles, é possível passar a usar novos servidores rapidamente, já que todo o processo de instalação e configuração está organizado e automatizado.

O notebook é igualmente crítico. Tenho um notebook da Apple, mas realizo todo o meu trabalho em uma máquina virtual Linux dentro dele. Como é uma máquina virtual, posso copiá-la inteiramente para outro computador, um pendrive, ou algum lugar na internet. Dessa forma, se meu notebook quebrar ou for levado, baixo minha máquina virtual em um novo notebook e continuo a trabalhar normalmente.

Organizar as coisas dessa forma levou tempo e demandou muito esforço. Mas, hoje me sinto muito mais tranquilo sabendo que estou melhor preparado para enfrentar qualquer contratempo tanto nos servidores, quanto no notebook.

Projetos passados, publicações e eventos

Antes de criar o Be on the Net, fazíamos consultoria em Extreme Programming, uma técnica de desenvolvimento de software na qual éramos especialistas. Então, tínhamos prioridades completamente diferentes.

Por exemplo, sempre gostei de escrever e publicar conteúdo de um modo geral e isso era muito útil na época da consultoria. Com o tempo, fui acumulando sites e conteúdos que não tinham mais qualquer relevância para o tipo de trabalho que fazemos hoje. Fora isso, aceitava convites para um monte de palestras técnicas a cada ano.

O problema disso é que tudo demanda tempo e atenção. Não apenas as coisas físicas, mas também as digitais. Quando finalmente compreendi isso, comecei a eliminar inúmeros sistemas antigos, publicações, participação em eventos e por aí vai. Em suma, enxuguei minha vida tanto no que se refere a questões do mundo físico, quanto do mundo digital. Ainda participo de um evento técnico aqui, outro ali, mas, é raro. Porque minha prioridade é o Be on the Net.

Visibilidade

Além do que já foi descrito, houve inúmeras outras ações que realizamos ao longo dos últimos anos que serviram para arrumar a casa, mas nada disso é visível de fora. Quando um casal prepara uma festa de casamento, por exemplo, o que os convidados vêm é a festa. Só o casal tem conhecimento de todo o trabalho que foi feito anteriormente em preparação para o grande dia.

A boa notícia é que, com tudo o que já fizemos, estamos cada vez mais perto do grande dia. Ou seja, iremos introduzir mudanças importantes no Be on the Net, as quais serão bastante visíveis.

Em teoria, eu e o Leandro poderíamos ter introduzido tais mudanças há mais tempo, se tivéssemos contado com a ajuda de outras pessoas. Mas, preferimos adiar qualquer contratação por duas razões.

É ilusão achar que as coisas vão andar mais rápido simplesmente porque tem mais gente trabalhando com você. As coisas andam mais rápido se estiverem organizadas e você conseguir trazer gente competente para trabalhar com você. Trazer mais gente em um cenário onde as coisas não estejam bem organizadas, tende a tornar o problema ainda pior.

É preciso dedicar tempo e atenção às novas pessoas. O que reduz seu próprio tempo para organizar a casa. Fora o fato de que, no início, enquanto as pessoas não souberem como fazer as coisas, elas só irão contribuir para deixar tudo ainda mais bagunçado.

Além disso, contratar é caro. Especialmente no Brasil. Então, precisa ser feito com cautela. Porque para o Be on the Net existir e crescer, é preciso que ele seja lucrativo e funcione com o menor custo possível. Sendo lucrativo, a gente consegue acumular reservas. E, fazendo isso, a gente consegue que ele sobreviva a qualquer contratempo na economia.

Como bem sabemos, o Brasil vive entrando e saindo de crises. Portanto, é prudente preparar-se para elas e foi o que nós fizemos. Criamos um negócio enxuto e cada vez mais eficiente, ao mesmo tempo que criamos uma importante reserva financeira. O que agora nos permite passar a contar com a ajuda de novas pessoas.

Há um mês estamos trabalhando com mais algumas pessoas talentosas que estão nos ajudando em inúmeras áreas importantes do nosso negócio. O resultado disso será visível em um futuro próximo.

Nova etapa

Tudo o que fizemos ao longo dos últimos anos foi possível especialmente por conta da confiança que nossos clientes depositaram em nós. Temos uma imensa dívida de gratidão com eles e o compromisso de trabalhar para lhes prover um serviço cada vez melhor.

Tanto eu, quanto o Leandro somos fiés a esse compromisso. Nós não temos envolvimento com nenhum outro negócio e não temos planos de criar novos produtos tão cedo. Continuaremos investindo exclusivamente no Be on the Net por muito tempo. Até que ele esteja bem arrumado e alcance todo o seu potencial. Até lá, não nos envolveremos em nenhum outro tipo de trabalho.

Em tempo, tecnicamente sou conselheiro da HE:labs. O que significa que, a cada três meses, participo de uma reunião de conselho que dura três horas. Aceitei essa atribuição porque trata-se de um tempo mínimo e porque essa empresa essencialmente preencheu a lacuna que deixamos quando paramos de fazer o trabalho de consultoria. Os donos são meus amigos pessoais e quero que a empresa dê certo. Essa é a única exceção, mas como demanda apenas o equivalente a um dia de trabalho por ano (4x3h=12h, que equivale a um dia típico de tabalho para mim), não afeta o meu trabalho no Be on the Net.

O Be on the Net está entrando em uma nova etapa. Eu, o Leandro e a Pati mudamos para melhor ao longo desses anos. Aprendemos muito e estamos investindo na evolução do Be on the Net. Estamos felizes com o que conseguimos fazer até o momento e animados por tudo o que está por vir. Não vamos discutir detalhes por enquanto, mas esteja certo de que estamos fazendo tudo ao nosso alcance para você curtir muito o que vem por aí.

Comments